As veias e artérias cessaram seu trânsito
Já aninham seu lugar para ficar.
Meu peito, recheado antes
De pulsares, mãos, toques regulares
Agora falece sem vontade de existir
Com um buraco insaciado
Na doença-dor
Esperança de bramir
Pelo meu medo
Essa sombra que nunca vai
Sumir.
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