19 de out. de 2014

18.10.14

Teu corpo anda a andar por vielas negras
Envolta numa vontade de morte
Disfarçada, fora das frestas
Atrás de máscara
Apelando ao temor
E bem sei que 
O meu amor
Não pode, diferente de mim
Dentro do teu corpo entrar
Espero, pois, uma esperança
Que não há de chegar
A minha passagem para os teus mundos
Onde estaríamos
Na medida do tempo
Simplesmente, juntos.

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