quando a beijo com os pés
em pleno inferno esferal
lembra-me a vida
e lembro-me também... que,
os beijos e abraços suplicantes pela vida, em fida,
continuam aflorados para a assassina
contínua da minha morte repetida.
Ando precipitado, enchendo os olhos
do que não há, para enganá-los
da fronte e o suspiro espiral
É então o medo da camisa
que me mascara de humano
centripetando a consciencia
e me vestindo de ator
como os dias em um ano.
,oi
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