Os passos sem ritmo
e sem harmonia, perambulam
sem saída num cubículo alucinado.
Com as mãos nos cabelos desgrenhados: Embaraçando-os,
o rosto de pupilas dilatadas caem líquidas na própria face descida de rubro.
E um olho no filete de corpo entre a porta e a luz, sussurra no meu ouvido o silêncio da minha escuridão.
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