13 de fev. de 2012
texto poético
Duas gotas de amargura enraizaram vermelhas nos olhos apertados como uma erva daninha, e o cheiro que não sentia só crescia a planta. Ou arrancava os olhos, fazendo jus à natureza dela, ou mantinha o contato para o outro olhar não perguntar a origem da minha vergonha consciente. Na luz impaciente da incerteza perguntei, e a resposta me veio com o dobro de duvida, pesando os meus ombros. Preciso voar, mas um sorriso só me deixa um pouco mais leve.
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