17 de nov. de 2014

Depois de uma morte

Arrastava além do mundo, eu mesmo
Com correntes ao tornozelo e o sangue derramando
Se era cheio de dentes, garras ou desespero
Mancava e gemia de dor com medo do que estava esperando


Enfim morri
Sem saber quem tinha vencido
E entre trevas em frente a um espelho me reconheci
Com rosto enlameado ferido e machucado
Mas achei o que não mudou
E com tudo de mim
Percebi
Renasci

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