"Por que?" eu me pergunto
por memória ainda vívida,
toda vez que lhe ouço,
dizer aquele eu te amo tão respirado
Fugaz e, porque não, mentiroso.
Mas basta vê-lo
Numa carta nunca redigida,
muito menos escrita
Ou ouvi-la enquanto me encara
recebendo a recíproca antes que abra
Fecho os olhos tentando segurar a imagem,
o som. Mas nada disso.
Fecho para não ver saber que te amo
E o coração me delata, traidor
Gritando o que não fiz pelo meu estado torpor.
24/03/2014 - 14:23
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