Pra você me decorar
Eu me fiz poema e metáfora,
Caí dos meus desejos
Caminhando na parede.
Tentei e forcei vermelho
Dos rostos, como o sangue dos frutos
Alumia os dias todos.
27 de fev. de 2012
amor?
Beijei folhas, e vi rostos
Criei nomos, me vi Deus.
Mas, provei de outros cálices
O não de outras sensações.
Falar do que não existe
É difícil, mas pior do que
isso, é ser atriz dessa novela.
arhh,
Inspirado em Amanda P.
Criei nomos, me vi Deus.
Mas, provei de outros cálices
O não de outras sensações.
Falar do que não existe
É difícil, mas pior do que
isso, é ser atriz dessa novela.
arhh,
Inspirado em Amanda P.
13 de fev. de 2012
texto poético
Duas gotas de amargura enraizaram vermelhas nos olhos apertados como uma erva daninha, e o cheiro que não sentia só crescia a planta. Ou arrancava os olhos, fazendo jus à natureza dela, ou mantinha o contato para o outro olhar não perguntar a origem da minha vergonha consciente. Na luz impaciente da incerteza perguntei, e a resposta me veio com o dobro de duvida, pesando os meus ombros. Preciso voar, mas um sorriso só me deixa um pouco mais leve.
4 de fev. de 2012
Pane
Sendo da caneta que sobrevivo
farei juz, contando o que me aconteceu
há 5 minutos e 41 segundos.
A noite flácida da monotonia
só refletia tédio. A boca cheia de alimento
mastigava sem compromisso.
Mas os ouvidos deram ordem
no resto dos sistemas, por causa
de uma harmonia vocal de cantos e encantos.
A pausa veredicta foi iniciada depois
dos passos apressados e rumados até
uma outra pane.
Via uma deusa de cabelos negros e
rosto sublime já rimada com
as batidas ouvíveis do coração,
a respiração asmática prendeu-se
na coluna que já desmoronava
de calafrios psicologicos e fisicos
e do arco reflexo que dali também surgia
piscava sem padrão os olhos meus,
E do meu corpo presente abria a boca
como se fosse beijar o ar estalado dos passos dela.
Num pulo sem precedentes, ela me abraçou,
mas o meu voo foi maior,
não respirava mais, só sentia.
,shh
farei juz, contando o que me aconteceu
há 5 minutos e 41 segundos.
A noite flácida da monotonia
só refletia tédio. A boca cheia de alimento
mastigava sem compromisso.
Mas os ouvidos deram ordem
no resto dos sistemas, por causa
de uma harmonia vocal de cantos e encantos.
A pausa veredicta foi iniciada depois
dos passos apressados e rumados até
uma outra pane.
Via uma deusa de cabelos negros e
rosto sublime já rimada com
as batidas ouvíveis do coração,
a respiração asmática prendeu-se
na coluna que já desmoronava
de calafrios psicologicos e fisicos
e do arco reflexo que dali também surgia
piscava sem padrão os olhos meus,
E do meu corpo presente abria a boca
como se fosse beijar o ar estalado dos passos dela.
Num pulo sem precedentes, ela me abraçou,
mas o meu voo foi maior,
não respirava mais, só sentia.
,shh
Tempóraria
A névoa que brota do chão
quando a beijo com os pés
em pleno inferno esferal
lembra-me a vida
e lembro-me também... que,
os beijos e abraços suplicantes pela vida, em fida,
continuam aflorados para a assassina
contínua da minha morte repetida.
Ando precipitado, enchendo os olhos
do que não há, para enganá-los
da fronte e o suspiro espiral
É então o medo da camisa
que me mascara de humano
centripetando a consciencia
e me vestindo de ator
como os dias em um ano.
,oi
quando a beijo com os pés
em pleno inferno esferal
lembra-me a vida
e lembro-me também... que,
os beijos e abraços suplicantes pela vida, em fida,
continuam aflorados para a assassina
contínua da minha morte repetida.
Ando precipitado, enchendo os olhos
do que não há, para enganá-los
da fronte e o suspiro espiral
É então o medo da camisa
que me mascara de humano
centripetando a consciencia
e me vestindo de ator
como os dias em um ano.
,oi
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