11 de jan. de 2012

Coral

Nos prazeres paladares,
foi onde te conheci.
Seu rosto nu de traças escondiam os olhos
com uma lente escura,
em ar mistério de praças.
Sua voz mesmo em embalo,
era dócil, meiga e arrastada,
como o próprio pecado atuando instigada.
Seu sorriso era um eco delicioso para minha retina,
me remetendo paisagens e sonhos na neblina.
Os cabelos alourados "tentacionava" pegar
assim como sua pele macia e branca como a neve
que não ousava tocar.
As marcas que de proposito ali estavam 
entre ideários, reflexões e mantras,
sua personalidade montavam
as tatuagens e as filosofias de molhos
que um dia pensei.








tchau...

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