Não, todo esforço era inútil.
Tentei, juro que tentei focar em outra coisa,
Mas não.
Era impossível controlar a imaginação.
Sonhei, de olhos abertos e bem abertos,
No corpo despido
Todo aquele movimento no compasso do que me faria entrar
Na voz, que muda, me convidava para tocar
E no sono que deixaria para o outro dia
Da noite que girava
Acesa, em brasa, vermelha em tudo o que existia
Em tudo isso,
Escondia com a mão minha boca que sorria
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