22 de set. de 2014

Não quero que vá.

Mas
Do que você lembra de mim
Daquilo que me tem de conhecido
De tudo o que acha que fui, sou
Lembre-se como minha última palavra
E que martele dentro do que não quebrou
Quero Rosas
Rosas negras
Pretas e vermelhas.
No enterro que não acontecerá
E no funeral que não quero que vá.
Rosas negras, rosas, pretas, vermelhas
Todas em cima de mim
Me esperando no além-mundo
Da minha esperança hipócrita
Pois tal, não há.

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