30 de jan. de 2012

Esse foi um segundo

Os passos sem ritmo
e sem harmonia, perambulam
sem saída num cubículo alucinado.
Com as mãos nos cabelos desgrenhados: Embaraçando-os,
o rosto de pupilas dilatadas caem líquidas na própria face descida de rubro.
E um olho no filete de corpo entre a porta e a luz, sussurra no meu ouvido o silêncio da minha escuridão.

17 de jan. de 2012

Respiro facas, vejo turvo, anseio louco

Não há forma alguma de cessar
esse sofrimento que fere vertical
como uma faca num ventre costurado?
não faço rimas, não tenho cabeça (devir)
apenas falo. E como gostaria de falar!
Sempre pensei que fosse na morte que conseguiria,
A forma perfeita está somente em ideia
e só dá para idealizar o quedepo
em circunstancias obtusas de vestígios
O amor é possível mas, ele é um xingamento
por isso não ouso tocar seu ouvido
com esse sentimento medíocre e estupido
No máximo, como apelido das consequências quedepares.


Digamos que um lobo pediu, porque outra pessoa pensou nisso




oi,

11 de jan. de 2012

Coral

Nos prazeres paladares,
foi onde te conheci.
Seu rosto nu de traças escondiam os olhos
com uma lente escura,
em ar mistério de praças.
Sua voz mesmo em embalo,
era dócil, meiga e arrastada,
como o próprio pecado atuando instigada.
Seu sorriso era um eco delicioso para minha retina,
me remetendo paisagens e sonhos na neblina.
Os cabelos alourados "tentacionava" pegar
assim como sua pele macia e branca como a neve
que não ousava tocar.
As marcas que de proposito ali estavam 
entre ideários, reflexões e mantras,
sua personalidade montavam
as tatuagens e as filosofias de molhos
que um dia pensei.








tchau...