31 de jan. de 2014

Da terra do Sempre

E se retorcia como louco, um sorriso no rosto, os dedos nervosos em cima da poesia de madeira e as cordas se tremendo de excitação ante um dedo uma mão um braço um corpo que realmente sabe como lhe tocar e sair delicioso o que se escuta, mas, é claro, oferecia aos presentes o mais belo dom que poderia dar com aqueles sons. Um tipo de qualquer pedaço da terra do Sempre, líquido e audível pronto somente pra aqueles que a apreciam e sentem na boca, sim, como a mais gostosa comida impossível de ser feita. O cru era dado aos tempestivos que ansiavam por uma voz humana, e nada sentiam de real desse outro pouco. Viviam assim e Sempre.

Nenhum comentário:

Postar um comentário