31 de jan. de 2014
Da terra do Sempre
E se retorcia como louco, um sorriso no rosto, os dedos nervosos em cima da poesia de madeira e as cordas se tremendo de excitação ante um dedo uma mão um braço um corpo que realmente sabe como lhe tocar e sair delicioso o que se escuta, mas, é claro, oferecia aos presentes o mais belo dom que poderia dar com aqueles sons. Um tipo de qualquer pedaço da terra do Sempre, líquido e audível pronto somente pra aqueles que a apreciam e sentem na boca, sim, como a mais gostosa comida impossível de ser feita. O cru era dado aos tempestivos que ansiavam por uma voz humana, e nada sentiam de real desse outro pouco. Viviam assim e Sempre.
28 de jan. de 2014
Retalhos Vitais: Um rosto
Retalhos Vitais: Um rosto:
Um rosto,
Às vezes pensativo, às vezes preocupado, às vezes imponente.
Muitas vezes feminino, várias vezes infantil, poucas vezes feliz.
Raríssimas vezes cético, algumas vezes raivoso, quase sempre concentrado.
Um rosto que me traz lembranças de coisas que preferiria nunca ter feito, mas jamais me arrependi de ter feito, e se pudesse faria de novo.
Um rosto,
Às vezes pensativo, às vezes preocupado, às vezes imponente.
Muitas vezes feminino, várias vezes infantil, poucas vezes feliz.
Raríssimas vezes cético, algumas vezes raivoso, quase sempre concentrado.
Um rosto que me traz lembranças de coisas que preferiria nunca ter feito, mas jamais me arrependi de ter feito, e se pudesse faria de novo.
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