Pulei como pólen
toquei em néctars
e os sequei, tirando
a vida que ali havia,
apenas para o meu prazer,
eu matei a beleza divina
das flores.
Eu sequei em nome
da ansiedade todos
os sentimentos de meu
próprio existir, e te dei.
Você na onisciência soube
dos meus pensamentos futuros,
antes mesmo que eu soubesse.
Meu rosto brilhava feito ouro,
só da tua luz que em mim
refletia.
E nesse dia, era trevas,
seu rosto sério me angustiava.
De costas, sentia o vento
balançar meus cabelos, enquanto
via se distanciar tua morada
até afundar. Na água, porque
a terra já havia passado.
E de novo, em semente
espero desabrochar, e...
Nenhum comentário:
Postar um comentário