2 de dez. de 2012

De novo


O chão que antes só me calejava as mãos me traz saudade. Pensar, discutir, andar, comer, beijar, se apaixonar todos os dias. Ser, deixar de ser, existir, nada, mais, mais que amar . Os círculos, quadrados, minhas cabeças, personalidades, medos, nomes, descobertas, só serão lembranças. Impossível, ilimitado, infinito, ins, in, e, mais uma vez os braços se batem, os dedos se tocam e fogem, e de novo tudo é só uma lembrança. Tudo é. É é presente. Presente do demônio.